Domingo Ótimo
Ontem foi um ótimo dia, skate e sair para o barzinho… bem, vamos do começo.
Saindo de casa, meu pai reclama por causa dos equipamentos de segurança e bla bla bla… Cetreventos, o de sempre até aí. Mas o que percebi hoje foi algo importante para o Ollie (e até que está rápido, levando em conta que é o quarto dia): estou jogando muito peso na perna de tras ainda… tenho que manter meu peso mais na frente. Também uma postura mais relaxado, parece que sai mais fácil quando não penso em pegar impulso, provavelmente é quando penso que tenho que saltar é que acaba jogando peso para trás. Mas enfim, o número de acerto já aumentou um pouco mais, e o melhor percebi um problema interessante.
Depois, mais a noite, decidimos ir jogar sinuca, mas estávamos em 3, precisavamos de mais um. Chamamos o Fabiano, mas ele não quis, fomos chamar a Tati, mas não deu… então decidimos ir, mas antes, tomar banho em casa. Em casa, vendo que o vaso da palmeira estava quebrado, soube que teve um acidente em frente de casa, dois motoqueiros bateram no carro da mãe da amiga da minha irmã, e um deles acabou quebrando o vaso com a cabeça… mas enfim, combinamos encontrar no Palácio da Sinuca. Cheguei lá, fechado, o Santy chegou e logo após o David. De lá, decidimos ir na casa do Santy para irmos só com um carro. Na casa do Santy, ele viu que o Liverpool também estava fechado. Então decidimos ir no Paiol, chegando lá, lotado o estacionamento, mas conseguimos deixar lá, mas descobrimos que o Paiol virou “balada” e pagar R$10,00 para ficar num lugar lotado… hahaha. Mas no fim, fomos num dos bares da Visconde. Lá, só conversa de homem hehehehuhauhauhau.
Trabalhos de MOG
Fala sério, o Marcelo é um ótimo professor, tem uma boa didática, mas fala sério, esses trabalhos teóricos dele é totalmente sem sentido, sem utilidade! O primeiro trabalho foi para pesquisar softwares de modelagem e criar uma classificação para elas. Qual a utilidade? Conhecer as especificações de cada software e seus atributos? Sinto muito, mas estamos num bacharelado de Ciência da Computação ou um curso Técnico em Design para saber essas especificações? Que saiba o objetivo do curso não é saber/conhecer ferramentas disponíveis, mas saber como elas funcionam.
E o segundo trabalho, pegar dois softwares de modelagem, comparar suas funcionalidades e modelar o bloco da Matemática. Novamente, é curso de ciência da computação ou técnico em design? Só trabalho para ficar trapalhando as outras matérias… aliás, todo mundo que fez MOG com o professor dizem que a matéria dá mais trabalho que o próprio TCC, e estou vendo que é verdade… nem mesmo semestre passado que me dedicava mais em TCC deu tanto trabalho quanto MOG deu nessas primeiras semanas…
O pior é outra coisa, as duplas são sorteadas. Minha primeira dupla foi bom e tinha uma vantagem: nós trabalhos na Softville, mas essa segunda, deu uns quatro dias e ele não se manifestou em me procurar nem na sala de aula (quando iria falar com ele, ele já tinha ido embora), nem por e-mail. A minha opção foi fazer eu mesmo a escolha dos programas e avisá-lo. Até aí foi uma resposta positiva e ele já tinha me passado uma boa parte da parte dele. Só que sexta-feira foi o prazo final e até agora ele não passou a parte dele, dizia ele que estava difícil, até parece, não precisa colocar detalhes e sem detalhes se resume em duas caixas em baixo, uma caixa maior em cima e uma caixa bem menor e um semi-círculo e o programa dele comparado com o meu é muito mais fácil… Mas a questão é que um colega questionou o porque as duplas são sorteadas. A resposta: é para simular uma empresa, que é uma situação onde você vai trabalhar com desconhecidos e vocês precisam interagir. Eu posso até dar um entendi o seu ponto de vista, mas uma coisa é certa, ou ele nunca trabalhou numa empresa ou foi um empregadinho bem meia-boca. Primeiro, em empresas grandes, ele analisam o perfil dos novos profissionais justamente para ver qual é o melhor que se adapta. Segundo, em uma empresa, se um não está fazendo direito, a equipe pode ser prejudicada, mas a casa cai para esse cara que não fez a coisa. No meu caso, o cara teve bastante tempo para fazer, porque foi uma semana de prazo (descontando os quatro dias que esperei contatar ele) e ele me aparece com m bom material, mas a parte mais relax do trabalho, cadê?
Fanatismo Barato
Faz tempo que não comento nenhuma notícia… não é a toa, muitas delas não valem muito a pena comentar ou já são muito comentada, como o Sarney, o qual não comento porque, para começar o povo é imbecil em colocar caras desses no poder enquanto nenhum dos políticos que votei foram eleitos. No mais, o assunto não é esse, segue a manchete:
Free Software Foundation lança campanha contra Windows 7
Pelo título, para quem é da área da computação, já conhece a peça… agora a notícia com os meus comentários em negrito:
Com a proximidade do lançamento do Windows 7, a Free Software Foundation colocou no ar a campanha Windows 7 Sins (um trocadilho entre a versão do programa e os sete pecados capitais, que pode ser traduzido como “Os sete pecados do Windows 7″). Apesar do nome, a iniciativa não critica o sistema operacional em si, e na verdade é um ataque às práticas de sua criadora, a Microsoft. (Os clássicos ataques desses fanáticos contra Microsoft, nada de novidade)
A empresa é acusada de prejudicar iniciativas educacionais em nome dos lucros (Como assim prejudicar? O que ela fez para prejudicar, cobrou o mesmo preço de outras empresas? Sinto muito mas, universidades e escolas são tão empresas quanto Microsoft para visar lucro. Se ela prejudica as iniciativas educacionais por isso, ela promove iniciativas educacionais nas escolas, como na Escola Técnica Tupy onde os alunos podem ter qualquer pacote Microsoft de graça), adotar e promover o uso de DRM (DRM é uma necessidade para quem não compartilha da visão “Livre” desses fanáticos, eu que não vou deixar meu programas ser pirateado sem resistir. Só sou contra como o que fizeram com Spore onde o jogo só podia ser instalado 3 vezes, daí sim é sacanagem), prejudicar a segurança de milhares de computadores ao redor do mundo através de falhas em seu software (Sujo falando do mal lavado, os Linux da vida só não tem mais falhas de segurança do que o Windows porque ninguém se preucupa em atacar o Linux, senão…), práticas de mercado monopolistas (Esse talvez seja um ponto…), negligência na adoção e disseminação de padrões (Outro ponto, embora não vejo muito padrão do lado livre também), “lock in” (projetar produtos e serviços de forma que os usuários fiquem presos a eles) (Estranho, nunca me senti preso ao Windows, tudo que eu faço no Windows, faço no Linux, faço no Solaris, faço até no Nintendo DS) e invasão de privacidade (Nossa! a Microsoft sabe que entro em site pornô! Para alguém se preucupar com invasão de privacidade no computador, só se o cara estiver com uma ficha bem suja, se não, é tão relevante quanto a minha frase anterior).
A idéia não é nova. A FSF já tentou algo parecido alguns anos atrás no lançamento do Windows Vista com o site “BadVista”. Desta vez, além do novo site, a organização enviou uma carta a 499 das 500 maiores empresas do mundo (a exceção foi a propria Microsoft), na qual tenta pregar seu ponto de vista junto aos formadores de opinião (Se as empresas compartilharem da mesma visão que eu tenho, vão é rir disso e olha que me considero Neutro nessa discussão).
No site oficial da campanha os interessados encontram a lista de pecados, a carta envida às empresas, pôsteres e banners para adicionar a seus sites. A FSF também coleta doações em prol da causa: cada doação de US$ 25 resulta em 50 novas cartas enviadas a empresas norte-americanas, e US$ 100 resultam em 200 cartas. (Se quisessem fazer uma campanha contra a Microsoft, usariam o dinheiro dos trouxas, isso mesmo, só trouxas gastariam dinheiro numa palhaçada dessas, voltando, usaria o dinheiro dos trouxas para deixar o Linux melhor, eu usei o Linux faz muito tempo e vi que evoluiu e muito nos dias de hoje em ralação aquela época, mas ainda tem muita coisa a ser feito para conseguir pegar os nichos que a Microsoft pega)
Vínculos com a Universidade
Esse é um tópico que quero falar faz algum tempo. Esses dias estava desabafando o quão decepcionado estava com a UDESC. Foi quando o Santy pergunta para mim se eu achava a Univille melhor do que a UDESC e respondi que os dois estão no mesmo patamar. Ele, defendeu a UDESC: “Mas na Univille eles tiram professores” e eu só repliquei “e na UDESC, falta tirar peofessores”. Quero desenvolver mais esse assunto.
Na minha opinião, quando você entra numa instituição de ensino existe dois vínculos a serem cumpridos. O primeiro é o de Cliente-Contratada. Quando você entra em uma universidade, você está contratando ela para desenvolver os seus conhecimentos, você está pagando a universidade para ter um ensino de qualidade. “Ah, mas o meu é pública, é gratuita!” ERRADO! Aí que este vínculo se torna mais importante ainda, porque você não paga imposto? Pois é, em universidades públicas o povo é que está pagando o ensino, diferente das particulares onde você paga diretamente a universidade para o ensino. Entretanto, o segundo vínculo com a universidade é o do aluno-professor, onde o professor compromete-se a ensinar e o aluno compromete-se a estudar e fazer as atividades que o professor lhe passa.
Para uma universidade ser a universidade ideal deve-se haver o equilibrio desses vínculos, que é o que falta hoje em dia. Nos casos das particulares, o vínculo cliente-contratado é mais forte porque os alunos são tratados como cliente e esquece que são alunos, deixam formar incopetentes porque eles não podem desistir do curso para não perder dinheiro e esquece do vínculo aluno-professor, onde o aluno deve se comprometer em aprender, ou seja, o sucesso do professor é deixar o aluno fazer o que quiser, porque senão eles te cortam. Em contra-partida, as públicas, os alunos e professores desconhecem o vínculo cliente-contratada e o vínculo professor-aluno é mais acentuado. Outro erro! Como disse antes, a origem do salário das universidades públicas vem do povo, então existe esse vínculo, mas os alunos, por medo dos professores deixam eles abusarem do poder do professor.
Vejo aqui na UDESC, tem muito professor ruim e agora, fazendo trabalho de Educação a Distância sobre Pedagogia e Andragogia, vejo que algumas questões são simplesmente atitudes do professores. Por exemplo, uma das dicas dados na Andragogia é que o professor tem que se colocar no lugar do aluno. Até agora só vi um professor que tinha por hábito fazer isso, a Eliza de Estatística. Ela é uma que via a realidade, sempre que marcava prova, ela perguntava para os outros alunos se haviam avaliações naquela semana porque ela sabia que disputando o tempo do aluno com outras matérias, era o aluno que acabaria prejudicado, e isso é que não vejo nos professores “doutores” de fim de curso, metem atividades, por mais inútil que seja (por exemplo, MOG vejo que é uma ótima matéria, mas os trabalhos são um lixo, sem utilidade, isso porque o professor me surpreendeu positivamente). O que acontece é que os professores estão seguros, porque funcionário público tem uma segurança, mas o problema é que essa segurança é ilusório, se todos os alunos se mexerem, eles tiram professores! Mas não querem perder o semestre, querem sair logo a ter um ensino de qualidade. Então tá, é por isso que a universidade é ruim. Eu prefiro a qualidade, tanto que reprovei em LFM não porque não sabia, foi porque queria qualidade na matéria, tanto que no outro semestre, eu fui quem tirou a maior nota em LFM.
Outro caso onde o vínculo cliente-contratado é esquecido, foi uma amigo meu, conseguiu para o TCC dele o apoio de universidades fortes no nome e que houve inclusive a possibilidade de parceiria entre elas. Ele foi procurar o professor mais “perito” na área para ser o orientador e sabe o que ele falou para o aluno? “O que é que vou ganhar com isso?”. Caro professor, você ganha seu SALÁRIO com isso. Um professor que vem me dizer isso, eu juro que faria o possível para tirá-lo.
Para concluir, o que quero dizer é que os alunos devem estar cientes que estes dois vínculos devem estar em equilíbrio, lembrar que na universidade, o aluno tem que confiar no professor para instruí-lo e fazer as atividades por ele exigidos, mas também deve lembrar que a universidade é uma contratada e que você deve exigir qualidade porque é pago por isso. O aluno tem que estar ciente que a universidade exige a dedicação e a universidade tem que estar ciente que o aluno tem outras coisas para fazer.
Formatura da UDESC 2009.1
Novamente, antes de malhar o pau, parabéns aos formandos desse semestre!
O que posso dizer? Mas credo, conseguiu ficar tão ruim, senão mais do que a do semestre passado. Para começar, a mesma banda. As críticas é basicamente o mesmo, só que predominou o sertanejo, o que agradou mais os pais dos formandos e os formandos que tem um par do que os outros… colocaram o funk bem no final da festa, o que fizeram bem, mas música boa, foi escasso (sem falar da péssima acústica dos equipamentos).
Outra coisa que deixou chato foi a dispersão do pessoal conhecido, de grupos, eu vi os meus amigos de quinta lá, os mais conhecido do Santy, o Rafael (ex-bolsista da Sofitville), a Camila e o grupo de calouras, ou melhor ex-calouras… mas tudo em extremos opostos da pista. Não foi que nem a do Hilger e do Santy onde a galera estava mais unidos.
No mais, acho que essa foi a formatura mais fraca das três que eu já fui. A do Santy a euforia da festa ficou em mim quase que uma semana, geralmente as baladas estilo a do Pretinho a euforia dura dois ou três dias. A do Hilger, pouco mais de um dia, mas nessa nem acordar com o espírito “que a noite foi boa” deu… Mas uma coisa tenho que pedir para a comissão de formatura: é melhor pagar um pouco mais numa banda melhor, que possui equipamentos melhor (uma banda não é formado apenas pelos músicos e cantores, os técnicos também fazem parte) porque fala sério, a parte dos grupos dispersos nem é tão problema se eu consigo curtir a música…
Bem, agora vamos para a parte mais humorada do post, as histórinhas:
Estava eu saindo de casa, resolvo ir pela Iririú, só que a rua que eu pego saí perto da Sociedade Alvorada na rua Iririú, e tinha fila para entrar. Só que os inteligentes, ao invés de deixarem espaço para os carros da rua saírem, bloquearam a rua, e lá fui eu dar a volta. Só que durante o caminho, eu peguei várias rotas que não deram muito certo, mas o que me conformou a meu péssimo senso de direção foi que o Santy veio para Expoville via BR e passou direto e só se deu conta que passou quando estava perto do trevo da Zona Industrial, e digamos que é bem longinho da Expoville.
Outro foi vendo que o Fabiano ter ficado doente foi o inconsciente dele avisando. Porque o John estava lá, mas ele o Fabiano já superou. Mas ter que ver o trio professoras (Av,Is,Da) ninguém merece. Principalmente eu ter que ver a orientadora até nas festas.
No mais, acho que é só isso mesmo… E quem sabe, a próxima festa que estarei narrando não será a minha?
Seria Maísa um Pokémon?
Julguem vocês mesmos, Maísa não parece um Blissey? Olha os cabelos, as roupas, só falta uma estampa com um ovo na barriga para ficar igualzinho.

Palestra do Prates
Acabei de voltar do palestra do Prates que ocorreu agora a pouco. Nossa, valeu a pena ir. Acho que nunca fui numa palestra onde não se utiliza nenhum slides de Power Point, ou pior, transparências. O único material do Prates foi uma pasta enorme com vários recortes de jornais, ele começava com um assunto e tirava alguma reportagem complementando o que ele dizia.
Uma coisa que ele falou: “O seu sucesso está onde você está, aqui e agora!” *tira da revista Exame, a reportagem das 100 melhores empresas para se trabalhar* “Isso não importa, a melhor empresa para se trabalhar é a minha! Ah mas a revista diz, NÃO IMPORTA, a melhor empresa é minha, não tem outra!” O que ele quis dizer que o funcionário tem que gostar do que faz, tem que gostar do trabalho e que o sucesso dele, depende somente dele.
Outro caso que ele falou foi sobre etiqueta, que as regras de etiqueta é o melhor remédio para o trabalho ou para um relacionamento duradouro. Por exemplo a situação que ele comentou: Prates estava num supermercado e ficou impressionado com a mulher que lhe atendeu na balança. Ela falou “Muito obrigada, senhor cliente e retorne novamente”, primeiro ele enfatizou o fato da mulher falar “obrigada“, mas aí mordeu a pulga atrás da orelha, ele é conhecido, será que por ele ser famoso é que ela foi educada? Ele rodeou o caixa para ver os outros clientes sendo atendido por ela e confirmou a educação da mulher, tanto que ele foi cumprimentar o gerente. Prates falou da garota e o gerente falou “É que nós treinamos os nossos funcionários”, o Prates só replicou: “Então o treinamento só surtiu efeito naquela”.
Outra história que ele falou, vinte anos de casado, eu, o marido, chegando, a mulher emburrada com a vida (eu sou a vida dela) assistindo TV, mas nada de brigar, ainda não existe motivo. Vou para o banho e esqueço a toalha! Grito para a mulher “Ôôôôô Maria, me traz a toalha que esqueci de pegar” num tom autoritário e a Maria só retruca “Pegue você, não sou sua empregada”. O homem abriu uma brecha para ela descontar nele a frustação. Entretanto, dado a mesma situação, vou para o banho e esqueço a toalha, ao invés de gritar, chama “Amorzinho, esqueci a toalha, pode pegar para mim?” Num tom desses, cheio de inho, vai abrir espaço para retrucar? Claro que não
Também foi falado do pobre que são pobre porque querem, o Brasil tem empregos, mas não tem mão de obra qualificada. Uma igreja disponibilizou três cursos profissionalizantes gratuitamente, mas foi cancelado por não ter procura suficiente e depois reclama que não tem emprego. Então ele contou mais uma história: Ao de um dono de um hotel que contou ao Prates que fez um processo seletivo para Camareira. Veio várias, e o dono do hotel, para avaliá-las, desarrumou um apartemento em que elas tinham que arrumar. A maioria não sabia nem onde ficava a cabeceira da cama, nem sabia colocar uma fronha, não sabiam de nada e ainda saiu reclamado dizendo que esse eram um emprego que explorava.
Outra coisa comentado é que nunca é tarde para seguir seus sonhos, tirou da pasta várias reportagens, uma delas era de uma senhora de 90 anos que passou em direito em Belo Horizonte, outro um senhor de 85 anos que estava se formando, todos senhores de idades acima de 80 anos e se formando.
Essas são os principais pontos que já digeri, mas ainda preciso mais um pouco para botar ordem do que eu vi… aliás, tenho que dormir já que preciso acordar cedo… té mais
Skate, Terceiro Dia
Mais um dia de treino de skate, e só hoje que meus pais se tocaram que voltei a andar de skate (mesmo o skate estando debaixo da minha cama, meio a vista). Minha mãe deu um ok, mas meu pai reclamou por estar sem capacete, cotovoleira e joelheira. Ok, teve aquele acidente, mas naquela vez eu também não devia estar bom da cabeça para descer o morro com pedrinhas… mas enfim…
Andei procurando por caminhos alternativos, que foi bem melhor do que das outras vezes, deu para andar legal, mas ainda assim acho que ando mais com skate do que ando de skate, mas já é alguma coisa.
Chegando no Cetreventos, dou um toque para o Santy, mas nem precisou, ele já estava quase na esquina na rua de sempre. Começando a andar e tal, treinando o Ollie e descer da calçada, que em uma tentativa, me espatifei no chão ralando o cotovelo e a mão, mas não foi nada demais, nem me machuquei como o Santy no primeiro dia =P
Outra situação engraçada é que no Centrevento, tinham um monte de pirralhinhos andando de skate, e quando falo pirralhinho, são esses de 7-8 anos… e eles queriam aprender a saltar com o skate, e lá foi o Professor Santiago tentar ensinar, mas eles aprenderem, já é bem diferente…
Mas o que eu percebi hoje:
- As vezes, eu remo somente com a ponta do pé, ao invés do pé inteiro. Tenho que evitar isso, porque posso torcer o pé (quase torci indo para o Centreventos)
- O Ollie parado já é questão de costume, tirei alguns certos, mas a maioria é por erros em detalhes. Ou eu chuto antes, ou eu bato de forma errado (as vezes parece um flip todo errado). Mais alguns treinos já estarei andando na rua saltando, isso é, se eu comprir o próximo item;
- Preciso começar a treinar o Ollie com o skate andando, pois não consigo me posicionar rapidamente antes do skate parar ¬¬
Reflexões
Andei refletindo ultimamente, definindo as minhas prioridades como mencionado no post anterior e acho que cheguei as minhas conclusões.
Em primeiro lugar vai estar a minha saúde, não vou deixar acontecer o que aconteceu no final do semestre em que perdi minha mente ao ponto do meu corpo ter reações. Isso quer dizer, no primeiro sinal de stress extremo, VOU ficar BEM longe da causa, seja o que for!
Em segundo lugar, estará a Céu Games! Surpreso por não ser a UDESC? Eu acho que não é nenhuma. Ambos são investimentos de longo prazo, não vão me trazer retorno, só que com uma diferença: a Céu vai dar o que comer daqui algum tempo, e a UDESC? Ela já não tem mais nada para me ensinar, só tem disciplina enche-linguiça e uma avaliação cuja cobrança não condiz com o nível da universidade (e antes fosse se a cobraça fosse menor do que o nível, mas não, o nível do curso é absurdamente abaixo). Entretanto para que a Céu cresça, é meu dever estar na Céu, junto com os meus sócios e melhores amigos, assim como melhorar como empreendedor. É por isso que quero fazer o Empretec, é por isso que quero participar de palestras e eventos e é por isso que a Céu está na minha segunda prioridade. Ah! E antes que falam “Ah! Mas e se ocorrer a primeira prioridade?” Aí que está uma diferença vital para a minha decisão: Para ocorrer a prioridade 1 aqui, somente se eu ficar doente fisicamente, de forma que não possa me mexer e nem usar computador (se precisar ficar de cama, o computador fica praticamente em cima da cama), o único abalo na minha mente que ocorreu por causa da Céu Games, pasmem!, foi quando deu o rolo da lei do estágio em que quase perdi a minha vaga, que me abalou muito e que me deixou muito mal (essa eu nunca contei para vocês né Fabiano e Santy) e no final, a lei não me afetou e acabei virando sócio. Resumindo a moral da história: A única vez que a Céu me deixou doente psicologicamente foi quando soube que não poderia trabalhar mais nela. Pena que não posso me dizer o mesmo da UDESC…
Bem, para o terceiro item da lista de prioridade está a UDESC, mas como a desgraça é algo que dá muita dor de cabeça, a mesma vai ser dividido em dois subitens, sendo aulas e TCC. Logo o terceiro item é: as Aulas. “Mas peraí Thalisson, mas o TCC não precisa mais dedicação, então porque priorizar as aulas?”, o fato é o seguinte, a grade horária da UDESC é absurdo, poucos conseguem cumprir em 4 anos. Eu conseguiria, mas os planos mudaram durante a tragetória, vide prioridade 2: agora tenho uma empresa para cuidar, isso significa, menos tempos para se dedicar a UDESC. Vejo isso pelo semestre passado e o resultado: peguei exame em duas matérias porque não consegui estudar direito por causa do TCC e deixei a desejar no TCC porque precisava estudar as matérias. Logo, vou fazer assim, priorizar as matérias para passar bem e avançar no TCC no que der esse semestre. Se eu reprovar, vou reprovar no TCC, que no ano que vem não alocará horário e eu poderei conciliar a Céu e TCC na forma que eu quiser. Só posso dizer que é uma pena que não fiz essa reflexão nas férias, pois se tivesse, nem teria matriculado no TCC (porque tem professor sem noção que acha que passar trabalhos “cientificamente” correto em uma eletiva é algo bom)
Essas são as minhas prioridades para esse semestre, agora vou correr atrás para minimizar as consequências: o fato de eu deixar o TCC por último implica que vou perder a minha orientadora por ela estar de saída da UDESC, mas é um risco que estou neste semestre porque basta ela ser chamada na outra universidade que ela passou para ela sumir, então, o risco com a orientação está no mesmo patamar… para isso, vou conversar com a banca sobre a situação, para ver se um deles aceitam a me orientar (e orientar mesmo, não deixar mais desorientado). Também, para o plano dar certo, eu não posso ficar muito tempo focado na prioridade 2, porque se o 3 falhar, não vai ter adiantado nada deixar o 4 como 4. Na verdade, o 2 e o 3 devem estar perto de um equilibrio para dar certo, isso implica que tenho que cuidar na época do Empretec e o SBGames. E quanto a prioridade 4, como agora é tarde para cancelar a matrícula do TCC, o melhor é ver que se eu reprovar logo, que não seja por frequencia.
Bem, acho que é isso
Desânimo
Não sei se estou louco ou não, mas não aguento mais a UDESC… sinto muito desânimo quando se trata de assuntos da UDESC, TCC, trabalhos, matérias, tudo… mas é estranho, de onde vem esse desânimo? Será que deixei de gostar da computação? Dúvido, eu gosto de programar, eu gosto de fazer pesquisas. Talvez seja os professores? Sim, muitos deles são ruins, principalmente nestas últimas fases, mas porque só agora me afetaria? Seria o TCC? Mas o TCC teria tanto poder destrutivo num psicológico de chegar ao ponto de fazer alguém desistir da faculdade (sim, eu já pensei em desistir, já pensei em pedir transferência para sistema, assim como para uma outra universidade)? Não sei, acho que pode ser a somatória de tudo isso… mas mesmo assim, nem mesmo a idéia de que ano que vem pode acabar com tudo isso consegue me animar para seguir em frente.
Outros fatores também pode ser possível, ver que para ser um bom profissional não depende do diploma é um que me faz pensar em desistir. A UDESC não tem mais nada para me ensinar, isso confirmei semestre passado e para esse semestre parece que vai ser igual ao passado. Isso faz sentir que meu diploma é apenas um certificado de masoquismo e não uma conquista, o diploma vindo da UDESC perdeu muito valor para mim e depois vem dizer que os alunos não “vestem a camisa” da UDESC. Como vou vestir a camisa da UDESC se o que fui buscar estava muito abaixo das expectativas? Não vou dizer que a minha passagem na UDESC foi só espinhos, mas tudo de bom que me aconteceu na UDESC, foi apenas algo que poderia acontecer em qualquer lugar. Também não vou dizer que todos os professores são ruins, eu adoro o professor Salvador, adorei as aulas do Selner, aliás, esses dois acredito serem os melhores. O Vetorazzi também tive aulas legais. Mas enfim, o fato é que ver que a minha vida profissional não depende da acadêmica, como ocorre nas engenharias, e o como a UDESC desperdiça o meu tempo que podia investir em mim mesmo de forma correta (universidades é um investimento em si mesmo, mas deve ser feito de maneira correta e para mim, o curso de Ciência da Computação terminou na sexta fase, sendo que se tirar as matérias desnecessárias / mal-dadas dá para fazer em cinco ou quatro). É isso que me sinto, me sinto como se eu quisesse voar, mas a UDESC me prende ao chão…
Aliás, me lembrei agora, que num desabafo no Twitter (sobre UDESC interferir demais nas minhas outras coisas), o Rômulo me diz que é melhor eu redefinir as minhas prioridades e objetivos. É acho que vou fazer isso mesmo, refletir o que eu quero, o que eu desejo….
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