Piadas de Político | Senhor, Senhora e Senhorita
Todo mundo sabe que o TSE acabou com as piadas de políticos na época de televisão e tal, mas ninguém sabe que a Internet não está inclusa nessa censura, com exceção se estiver vinculado alguma emissora. Podemos fazer piadas com os políticos e colocar num YouTube, então por que não criamos uma campanha tirando uma cara dos políticos e colocar no YouTube? Será que a TSE vai ser idiota para censurar vários brasileiros comum? Vamos lá, quem ler isso, candidatos como Tiririca, Batoré, Mulher pêra (cuja escolaridade é ler e escrever) entre outros não dá para deixar de fazer piadas.
O interessante é que essa notícia começou a repercutir e jornais de Nova York e Londres já estão publicando e criticando. Sinceramente, muitos falam que os humoristas humilham os políticos, mas sinto muito, os políticos é que se humilham. Eu prefiro dizer que “não sei” honravelmente num Controle de Qualidade do CQC do que tentar enrolar, ou começar a agredir verbalmente ou, o que está acontecendo ultimamente, fisicamente. E francamente, o político que disse que a Córeia que é socialista é a bunda do Danilo Gentili e da Monica Iozzi, merece ser piada.
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Não entendo uma coisa, por que tem homens que tem horror de ser chamado de senhor? Mulher ainda vai porque existe a palavra “senhorita” que dá um tom mais jovem (e isso me lembra o diálogo da Dona Clotilde com o Jaiminho: “A senhora…” “SENHORITA!” “Bem, disso não dúvido.”) e a Xuxa que o diga:
Entretanto homem não tem “senhorito”, então faz me o favor, ser chamado de ” senhor” é sinônimo de respeito. É melhor do que ser chamado de “Tio” que além de não demonstrar respeito, daí sim da um tom de senhor de idade.
“Humor do Bem”, mas nem tanto
Hoje eu resolvi assistir o programa “Legendários”, um programa de humor que passa na Record a noite que conta com a antiga equipe da MTV como Mion e João Gordo e tal. Ouvi falar muito mal desse programa e não é a toa que o programa tem baixa audiência. Uma das coisas que foi clamado foi criar o “Humor do Bem”, um humor que não ferisse a imagem de ninguém, sem apelar nem nada.
O programa mostra claramente que é um Frankstein, tentou pegar os pontos fortes do CQC, misturou com os pontos fortes do Pânico e o resultado foi uma Zorra Total. Aliás, muita gente diz que até a Zorra Total é melhor do Legendários, mas enfim. O fato é que não consigo imaginar o João Gordo não falando palavrões, coisa que só neste programa conseguiu e faz parte da política “Humor do Bem”.
Entretanto, duas matérias me chamaram atenção que prova que “do bem”, eles estão longe. O primeiro foi numa reportagem para mostrar como é uma torcida para copa num bar, e para melhorar a torcida, eles levaram algumas mulheres, só que durante a narração, o narrador referencia a elas como “Piriguetes”. Ok, tiraram os palavrões do Gordo, mas chamar mulheres de Piriguetes pode?
A segunda matéria foi baseada na rivalidade idiota de Brasil x Argentina, e o que era? Eles iriam hastear a bandeira do Brasil no Obelisco de Buenos Aires. O Obelisco de Buenos Aires é um monumento feito para comemorar os 400 anos da Cidade e segundo o programa, depois da independência da Argentina, foi o local onde foi hasteado pela primeira vez a bandeira da Argentina. Desviando da polícia, o grupo do legendários foi ao tal obelisco e hasteou a bandeira. Que humor do bem é esse que mostra um bando de caras quebrando leis e regras para criar uma provocação? Se matem, cara!
Tem outros casos, como a perseguição ao Marcelo Taz para fazer o “Ombrinho, ombrinho, Whatever”, uma dança bem ao estilo “Pânico”, só que eles queriam que o Taz fizesse essa dança, e o Taz dá-lhe esquivar, no primeiro, os caras estavam numa saída e ele saiu em outra. No que pareceu hoje, eles tentavam bloquear os apresentadores e repórters na saída do estacionamento da emissora e ainda fazem drama enorme porque o Gentili quase atropelou eles (o retrovisor do carro encostou no repórter). E ainda tiveram a cara de pau de falar que eles fazem exatamente o que o CQC faziam. De uma certa maneira, foi, mas fala sério, nunca vi o CQC se enfiar na frente do carro para conseguir contato, geralmente o CQC só tenta uma abordagem com a pessoa quando ela está fora. Continuando, com a história que vai sair semana que vem, mas que já vazou na Net, eles invadem a palestra do Taz para pedir “PAZ”. Ou seja, CQC é ousado, mas eles conhecem os limites do que fazer. O que os Legendários fazem não é ser ousado, é ser mal educado pois ninguém na palestra queria saber deles e da tentativa de fazer o “Ombrinho Whatever”. Outra coisa é eles dizerem que essa dancinha é que nem entregar os óculos de CQC, nada haver, uma vez que a dança, só faz a pessoa passar por ridículo, óculos é um presente válido… enfim, não preciso dizer que achei o programa Legendários um lixo… e pensar que foi a mesma equipe de “Hermes e Renato” que é o elenco, esperava algo muito melhor.
Bem, fecho com o video do Tas detonando o Legendário na palestra dele com muita classe:
Dunga e a Globo
Que, eu comentando de futebol? Bem, não é do futebol em si, mas do que ocorre em torno do futebol. Ontem teve jogo da seleção e tal, mas depois do jogo, lá pelas 22:00, algumas “personalidades” da Rede Globo começaram a malhar o pau no Dunga. Motivo? Um desentendimento entre ele e o Escobar durante a coletiva.
Eu já vi e revi o video e pelo que percebi, foi o jornalista que faltou com respeito o técnico. O motivo que a Globo tem para ficar contra o Dunga foi o seguinte: Antes do jogo contra a Coréia, aparece a equipe da Fátima Bernardez do nada para uma exclusiva. O Dunga foi pessoalmente e falou que para ele, ou é para todos ou não é para ninguém a entrevista. Fátima argumentou dizendo que o Texeira autorizou a entrevista e Dunga revidou com algo tipo: “Quem manda aqui sou eu, e fale para o Texeira que se ele quer continuar com a palhaçada, pode tirar como técnico” e foi embora.
Eu já andei percebendo que existe uma certa influência da Globo nos meios que seus colaboradores usam. O Kibeloco por exemplo,visito pelo humor que havia, mas ultimamente ele só sabe atacar os outros e defender os colegas.Ontem atacou o Dunga, ele já atacou o CQC (perguntando por que o caso do Bóris Causói e os garis não foi para o Top 5, o qual quem tem inteligência suficiente sabe muioto bem que, mesmo sendo conveniente, o CQC já estava de férias e os Top 5 cobre somente a semana que passou), tentou defender o Galvão quando o Top Trend Topic era ” Cala boca Galvao” .
Entretanto, hoje eu vi que a Globo, na tentativa de arruinar a imagem do Dunga, deu um tiro no pé e acoredei com um “cala boca tadeu schmidt“. Por causa dos comentários contra o Dunga.. Eu estava nem aí para quem vai ganhar a copa, mas com isso, acho que vou começar a torcer para o Brasil, não por causa do Hexa, mas sim para calar a boca dessa manipuladora que é a da Globo.
Trânsito
Tem coisas que reparo no trânsito que mostra que simples detalhes no comportamento do trânsito pode melhorar e muito o mesmo. Por exemplo, essa semana estava preso num congestionamento na rua Blumenau, pouco antes do último ponto de ônibus. A rua Blumenau, tem a faixa exclusiva para ônibus, que coincidentemente acaba naquele ponto de ônibus. Passando o ponto de ônibus, os carros podem usar aquela faixa livremente, mas pasmem! Ela estava livre, um congestionamento na frente e uma faixa totalmente livre. Sem dúvida fui para essa faixa e cheguei na empresa bem mais rápido do que o esperado. Aí é que está o ponto que queria chegar, não haveria congestionamento naquela hora se as pessoas usassem a terceira faixa que tornou-se disponível, mas não, a falta de atenção ou talvez de raciocínio faziam com que continuasse na faixa e trancando o trânsito.
Outro caso comum que eu reparei é o tempo de reação das pessoas paradas num semáforo, quando o mesmo abre. Era o quarto da fila e levei 10 segundos para poder andar. Ou seja, o que leva 3 pessoas na minha frente levar em média 3 segundos cada para poder andar. Mesmo tendo que arrumar a marcha e arrancar e tal, isso não demora mais do 0,5 segundos, ou seja, mesmo que cada um da minha frente levasse todo 0,5 segundos, em dois segundos eu já poderia iniciar o deslocamento.
Esse segundo caso, tenho uma teoria é que as pessoas perde totalmente a atenção no trânsito quando para, e muitas vezes por isso, demora reagir quando o sinal abre. Vi isso claramente duas vezes, a primeira foi no cruzamento da Santos Dumont com a Tenente Antonio João, onde o sinal abriu e uma mulher era a primeira. Ela estava acompanhada e as duas amigas não paravam de conversar. Sinal abriu e ela nem viu, e gesticulava e gesticulava que parecia que falava mais com os braços do que com a boca. Paciência perdida e os carros atrás começaram a buzinar, foi então que ela viu o sinal amarelo passando para o vermelho. Outra foi a mesma situação, duas mulheres, sinaleiro só que na Beira-rio com a Max Colin e eu era o que estava logo atrás. E detalhe: neste local é um ponto lento, que essa madame conseguiu deixar mais lento ainda (na verdade, conseguiu parar o trânsito).
Aí que está, eu reparo são atitudes simples que as pessoas deveriam adotar que deixaria o trânsito melhor. Até parece que não muda nada, mas como demonstrei, é possível reduzir 10 segundos de trânsito parado em 2 segundos só com essas atitudes simples.
Copa
Isso tá mais para um desabo, afinal EU ODEIO FUTEBOL, e não me surpreenderia se algum futebosteiro aparacer aqui me xingar e vir com o papo de quem não gosta de futebol é gay ou que não sou patriota e toda a argumentação que os retardados fazem. Sim, o Brasil tem tanto preconceito por quem não gosta de futebol que eu já fui discriminado por isso. Aliás, futebosteiro, é bem eu que paro tudo para ver 22 homens suados com shortinhos correndo atrás de uma bola para enfiar no meio da trave, assim como é bem eu que só sabe somente a primeira parte do hino nacional porque nas partidas de futebol só cantam o hino pela metade.
Enfim, hoje Brasil estreiou e o assunto de hoje foi só Copa, pelo menos para a maioria, porque fala sério, hoje no almoço teve uma mesa só de mulheres falando de futebol e copa. Acontece é que eu misturei Activia com Johnnie Walker e estou cagando e andando para a copa do mundo. Só que eu queria que pelo menos, a minha liberdade de ficar na sala da minha empresa, quietinho sem incomodação. Mas Fóóóóóóóóóóóóóinnn, vuvuzelas nas ruas, buzinas, trânsito louco nas ruas em plena 16:00, comércio fechando tudo por causa do Futebol, tudo bem, já esperava e já estava previnido para não deixar influenciar, tanto que para evitar a barulheira, liguei o som bem alto para abafar.
Entretanto, como uma boa mantededora faria, a Softville deixou um TV para o pessoal verem a copa, tudo bem, realmente os jogos são bons para confraternização. MAS Fóóóóóóóóóóóóóinnn, Vuvuzelas nos corredores da Softville
Fala sério, se colocam uma música já reclamam, mas chegar lá na Softville com gente querendo trabalhar com essas porras daí pode…
Pior é depois do jogo, com as buzinadas, sério, as pessoas devem ser muito ricas para sair de carro só para fazer festa, buzinando e tocando vuvuzelas por aí… e o pior é o tempo que fazem a festa: já tinha passado duas horas do fim do jogo e ainda aquela bagunça. Depois, fui dar uma volta no shopping e ir para acadêmia e passou um carro cheio de desgraçados tocando aquelas cornetas. Sério, graças a Deus que não tinha nenhuma pedra por perto, porque eu procurei alguma pedra para tentar acertá-los.
Enfim, o fato é que a copa ainda está no início e já está num nível insurportável. Não preciso dizer que o meu desejo de ver o Brasil eliminado na primeira fase para que diminua essa febre da copa é quase impossível, sei que a seleção não é lá essas coisas, mas deve estar rídicula para não se classificar para as oitavas. Sim, tem mais coisas para reclamar, mas tem uns que são assunto que não devo dizer publicamente, mas enfim… Espero que eu possa ter sossego durante os próximos jogos.
Cartão de Crédito e Parcelamentos
Existe uma piada que diz: “Se você pode comprar um relógio de R$10.000,00 parcelado em 24 vezes, significa que você não pode comprar um relógio de R$10.000,00″. Esse é o problema, não entendo o costume do povo em se endividar. Por exemplo, vejo pessoas comprando besteira, parcela em várias vezes, dá-lhe cartão de crédito…
Parcelamento e cartão de crédito somente se for algo necessário. Por exemplo: Mês passado a fonte do laptop deu um curto-circuito e mês passado foi o mês dos imprevistos. Foi todo o meu dinheiro só em manutenção e ainda tem coisas que não mandei arrumar, como a minha bicicleta. Só que no Laptop tem o meu trabalho tanto da empresa, como TCC e outros trabalhos. Não podia esperar para comprar a fonte e eu sem dinheiro: o que salvou? O cartão de crédito.
O que não entendo é 0 por quê o povo não usa corretamente o cartão e o parcelamento. Gastam horrores de coisas que não tem importância. Afinal, é necessário dividir a conta em várias vezes só para ter o objeto antes? Talvez em alguma promoção muito boa, mas se não estiver em promoção, não seria melhor economizar tudo e comprar à vista com os tradicionais 10% de desconto? Sei lá, vejo muita gente comprando de forma errada, gasta primeiro para receber o salário depois… sei lá, acho que o povo não pensa mesmo.
Aproximidade com o Público
Uma das coisas que vejo, na partes de pessoas públicas é uma certa tendência em que as redes sociais em aproximar o artista do público, assim como revelar mais da personalidade. Antigamente, existia dois motivos para não haver essa aproximação: o primeiro é que não existia um meio de comunicação bidirecionado (ou seja, os dois lados podem se comunicar, como o telefone). Isso dificulta uma vez que dependiamos da curiosidade do entrevistador para saber mais sobre o artista. O segundo motivo é o meio alternativo que é expor ao público. A fama pode ser uma faca de dois gumes, ela pode trazer muitas coisas, mas a liberdade e privacidade é um dos custos a pagar. Um exemplo foi o que meu pai presenciou: numa das viagens dele, ele pegou o mesmo avião que Daniela Mercury e pasme, os passageiros expulsaram os filhos das poltronas deles para tirar foto com ela. O povo não sabe manter a compostura na frente de um famoso e depois que eles se irritam, é eles que são antipáticos.
O segundo motivo infelizmente, só com educação e isso vai levar décadas para mudar, mas o primeiro já está mudando. Existe uma resistência, por exemplo, muitos famosos marcam em chats da UOL, Terra e toda conversa vai para o artista passa por um moderador (coisa que acho que é uma besteira, mas esperem o texto). Entretanto, com o Twitter, já deixou muito mais próximos, por exemplo Willian Borner passa uma imagem que nunca imaginei dele no Twitter. Além de que o Twitter mostra muito o que o público acha do artista, podendo haver inclusive rejeição: exemplo, a Xuxa. O caso da Xuxa, o público rejeitou e ela mostrou a verdadeira face dela, uma arrogante metida (“Minha filha foi alfabetizada em inglês”), aliás, alguém qualquer um que tenta esconder o passado não presta:
Aliás, sabiam que para conversar com a Xuxa, a pessoa precisa seguir um protocolo que inclui não mencionar isso… mas voltando ao assunto…
O Twitter aproximou os artistas com o público porque os mesmos podem interagir com os artistas e vice-versa, claro, com as excessões daqueles que põem gente para escrever para eles. Mas alguns por exemplo, estão indo além, por exemplo o próprio Danilo Gentili abre um sala de chat com Webcam para conversar com os fãs, sem frescuras de moderadores. Xingou ele, ele retribui… é esse aproximação que começa a ser saudável tanto para o famoso quanto para os fãs e acho que se muitos dos famosos fizesse algo parecido com isso, com certeza diminuaria a idéia de que pessoas famosas são arrogantes e antipáticos.
OFF: Na época que o filme da Xuxa foi feito, acho que não existia maioridade, né? A Xuxa tinha 16 anos e o garoto tinha 12. Isso é um filme proibido para menores (no Brasil é proibido independente, mas em 2005 foi relançado nos EUA, pois os caras que possui o direito do filme não quiseram vender para a Xuxa)
Motivos para NÃO fazer Ciência da Computação em qualquer lugar
Recebi através da @princessmiwi um texto com o título “Go to University, not for CS“. CS neste caso, não é abreviatura de Counter Strike, mas sim Computer Science. Eu fiquei impressionado, mesmo ns Estados Unidos que possui um sistema de universidade muito melhor do que aqui no Brasil (e explicarei no decorrer do texto o porquê), os problemas que eles tem em Ciência da Computação é muito semelhante ao que temos aqui. E como eu já estou na reta anal final do curso, acho que posso dar os meus comentários de quem já viveu algo assim.
O início do texto diz que muitas jovens programadores pergunta ao autor se vale realmente a pena ir para universidade, pois a maioria dos programadores na Internet dizem que não vale, pois trabalhando numa empresa aprende muito mais do que a universidade. E devo dizer que concordo plenamente. Eu, que fiz o técnico em Informática, estava muito ansioso quando entrei para universidade, pois finalmente poderia aumentar meus conhecimentos. Sempre fui apaixonado por computadores e programação e por isso já tinha uma boa bagagem no assunto. Primeiro semestre, segundo semestre, sem novidades só matérias básicas, mas achei normal, afinal nem todo já entra na universidade sabendo e pensei “mais para frente, vai ter novidades”… terceiro semestre, quarto semestre e nada de novidades, quinto e sexto semestre: Inteligência Artificial e Computação Gráfica! Novidades, mas também com dose de decpção, CGR eu aprendi a programação em 3D, mas a minha fonte de estudo mais completo estava em Wikipedias da vida e Inteligência Artificial eu olhei e disse: “É isso que está por trás?” Trocar professor por um livro talvez desse na mesma… e Sétima e oitava fase: Bem vindo a matérias inúteis. Em outras palavras, eu estou terminando o curso e os mesmos vazios que buscava preencher continuam vazios, um pouco mais cheio, mas para mim, foi quatro anos perdidos para o conhecimento. E quanto a aprender mais trabalhando, isso se torna mais verdade ainda, aprendi muito mais sobre Computação Gráfica olhando API dos J2ME do que nas aulas, aprendi mais sobre Sistemas Multimídias criando um otimizador para arquivos PNG do que durante as aulas, IA posso dizer que houve um equilibro, mas só porque não sabia o que queria dentro da IA, não tinha foco por não saber o que se tratava exatamente. Entretanto, percebo que somente nas minhas pesquisas pessoais e profissionais é que eu sinto uma evolução em mim, mas não sinto nada em relação a minha parte acadêmica.
O texto continua E, fala exatamente o que eu acabei de dizer, para quem já tem alguma bagagem prévia, não tem muito o que aprender mais. Entretanto, não é motivo para não ir para universidade. Você está lá para adquirir cultura. E nisso concordo, eu percebo que sairia ganhando muito mais fazendo qualquer outro curso onde posso utilizar o meu conhecimento do que tentar me especializar mais ainda em algo que já sou bom e, pode parecer um pouco arrogante, mas que está num ponto que não tem mais o que aprender… ou melhor, tem o que aprender, mas que vou ter que buscar sem ajuda porque NÃO ENSINARAM na Universidade.
Por exemplo, coisas que não aprendi, mas que queria aprender: Hardware (que só tive uma matéria para explicar como funciona o processador), Computação Musical, Computação Gráfica que não seja utilizar OpenGL, mas sim a estrutura de como o computador joga na tela, etc… Enfim, as vezes acho que deveria ter feito Engenharia da Computação, mas acredito que, apesar de mais conteúdo, ficaria na mesma. Ou talvez, Engenharia Elétrica, que tem mais matérias interessante para quem faz Ciência da Computação do que o próprio curso. Mas enfim…
Acabei, falando e não disse o porque do Sistema das universidades dos Estados Unidos é melhor que o Brasil. A razão é simples: Primeiro, tem as matérias básicas, mas a maior parte das matérias são ELETIVAS, sim, eles te dão o básico e você escolhe no que aprofundar. Não essa porcaria de grade fixa e as eletivas são obrigatórias por falta de opção. Pelo menos é aqui, você tem que fazer 6-7 matérias, não me lembro, mas eles abrem 6-7 matérias, ou seja, você só escolhe a ordem que vai fazer. Provavelmente, se tivessemos esse sistema aqui no Brasil, eu não teria problemas de sentir esse vazio. Aliás, tem apenas UMA universidade aqui no Brasil que tem essa semelhança que é a USP e olha só a grade, Obrigatório só a matéria básica, nada de Redes Distribuídos e coisas assim… e olha só as Eletivas: 80 matérias e segundo o professor que me mostrou isso, todas disponíveis, porque as turmas são limitadas no máximo 10… Olha só isso, aqui na UDESC, o mínimo para abrir uma eletiva é 10. Note também que ali embaixo, diz que disciplinas não listadas podem ser validadas como eletivas mediante autorização… nunca que iriamos ter isso aqui.
Mas enfim, mais um post de desabafo sobre essa merda de universidade que estou estudando e que nenhum aluno faz nada porque borram as calças na hora de enfrentar o professor…
Fanáticos e Retardados
Fico espantado como fanatismo em alguns artistas ou algo deixa as pessoas idiotas, retardado. Eu por exemplo, deixei o meu rótulo de “Otaku” quando os mesmos que diziam Otakus começaram fazer coisas que considero absurdo, e o pior é não ter noção de ridículo no mundo real. Por exemplo, tudo bem andar com orelhinhas estilo “Neko” durante um evento e até nas proximidades, mas já vi gente que usa toda hora como se fosse moda. Outra vez, num fórum, apareceu uma garota cuja mensagem era “ALGUÉM SABE ONDE CONSIGO OS MANGÁS DOS CAVALEIROS DOS ZODÍACOS, PELO AMOR DE DEUS? EU ESTOU QUERENDO MUITO.”… sério, o que leva a uma garota a ter esse nível de desespero para conseguir mangás. Ou então, alguém do mesmo nível, mas que freqüentou por mais tempo esse mesmo fórum, fazendo uma campanha absurda para um abaixo-assinado e deu a meta de assinaturas. Um cara falou que se conseguir pelo menos 1/2 da meta já seria muito e ele respondeu na cara dura que vai conseguir mais que 1/3. Gente, ele acreditava que 1/3 é maior que 1/2 com a maior naturalidade. E o pior, ele falava com orgulho que reprovou 3 vezes a oitava série. Nós sabemos o porquê… A última coisa que eu soube sobre os Otakus fanáticos foi quando no Twitter, um autor de uma novela da Rede Globo cogitou em fazer uma novela com a temática Japão (mais uma novela que se baseia em algum país, como a Globo sempre faz). Aaaahhh! Os otakus caíram em cima do twitter do autor, xingando ele, dizendo que iriam estragar… CARAS!!! VOCÊS JÁ ESTÃO ESTRAGANDO A TEMÁTICA JAPÃO. NÃO O AUTOR.
Agora, tem esse tal de Justin Bieber que está fazendo um alvoroço desgraçado, principalmente depois do comentário de Felipe Neto, que começou a ficar famoso na Internet com os seus vídeos “Não tem Sentido” onde ele critica as faltas de noções das pessoas. E num desses vídeos, ele critica o moleque:
Se vocês acessarem o vídeo e ver os comentários, vai ver que tem muitos comentários elogiando o ponto de vista de Felipe Neto, mas também um monte de fanzinhas xingando ele. Detalhe que os argumentos são sempre os mesmos e convenhamos, dizer que é inveja pela voz… que horror.
E o pior é que essas fanáticas querem colocar nos Trending Topics mundial do Twitter as tags “BR♥NeverSayNever” e “ComeToBrazilJieber”. Não sei se vocês repararam, mas ou existe um errinho nesta segunda expressão, ou ele também pode ser chamado de Jieber. Sério, o que o moleque iria achar ao ver que as fãs dele não sabem nem escrever seu próprio nome? Pois é… fanatismo deixa as pessoas retardadas.
Cartas dos Leitores
É incrivel como esta seções de revistas podem conter pérolas e informações que dá vontade de espancar as pessoas. Em mangás que as possuem, sempre tem um que pergunta algo relacionado a história que basta interpretar melhor para compreender, ou simplesmente mostra que não leram o conteúdo em questão.
O que me faz escrever este texto foi a seção de Cartas da revista EDGE deste mês, que possui duas pérolas que eu mencionei. A primeira é na sub-seção Discussão, onde a revista dá um tema no Twitter (@redgebr). O tópico é: Jogos casuais e sociais: algo bom ou ruim?, todos, menos a pérola deram sua opinião com muita coerência:
“Acho algo bom, pois têm o potencial de atrair pessoas que acham que não gostam de jogos.”- @jiguryo
“Existe espaço pra todo mundo. Gamers deveriam respeitar mais seu meio de paixão, em vez de segregar gêneros que não lhe agradam.” - concordo plenamente com a @suzanabueno.
“Por um lado são bons, pois ajudam a disseminar a cultura, mas muitas vezes são tão mal feitos que passam a imagem errada do jogos!” – @FilipeGAMER)
“Bom, pois é um ótimo meio para interagir com novas pessoas enquanto jogamos. Sem contar que não são muito pesados” – Jogos sociais interagem com pessoas, mas eu não gosto muito da interação que está na forma atual, mas tem um ponto o @bruckxd
Note que todos foram opiniões favoráveis ao tema. Mas acho que a revista deve ter escolhido a pérola por ser o único que fala mal, mas se essa é a melhor opinião contrária, então nem quero ver as outras. Foi dito o seguinte:
“Ruim, porque são desinteressantes o suficiente para não ter de me aprofundar. Prefiro os de 100 horas de jogabilidade. “ – diz @henrygosuen.
Fala sério, dizer que é ruim porque não gosta é uma puta falta de sacanagem (e deve ser, porque quem transa não tem tempo de ficar 100 horas jogando). É bem o que a @suzanabueno disse, se não gosta do gênero, cala a boca e nem fale. A discussão não é o gosto, e sim se vale a pena ou não. Por exemplo, se o @filipeGAMER tivesse falado que fosse ruim porque são mal feitos e passa uma imagem errada dos jogos, aí acho que seria uma opinião válida para se por em uma revista.
A segunda pérola é a seguinte carta escrito por David Murby:
Como fã de Final Fantasy, fiquei espantado com a análise de vocês para FFXIII. Vocês tacham as primeiras dezenas de horas de “inconsistentes”. Inconsistentes? E onde está a consideração pela história (que é foco dessa parte)? Para uma revista que valoriza tanto esse aspecto, ignorá-lo nessa análise é que é inconsistente. Sabendo que a história é grande parte de FFXIII, como em qualquer parte de Final Fantasy, por que ignorá-la e se concentrar na jogabilidade? Para mim, jogabilidade é um “bônus” na série, por mais que seja elaborada. Não me importo com o que vocês acharam da parte mais linear do jogo, já que é exatamente pela história que me interesso.
Antes de mostrar e comentar a ótima resposta da EDGE, deixa eu comentar isso. Primeiro, uma análise de jogo é formado por opiniões. Como por exemplo, eu fiz meu review para o LightSaber Duels falando muito bem dele, ao contrário da maioria das revistas e sites de jogos. Eu gostei e tenho essa opinião. Logo, não deve ser levado a sério Reviews. Segundo, uma análise deve ser feita jogando o jogo por completo e levar em conta TUDO, desde história até gameplay. É um sistema que deve estar funcionando em conjunto. Terceiro: se é pela história que lhe interessa no Final Fantasy, qual é a diferença de você jogar ou ver alguém jogando no Youtube ou ler um script num Gamefaqs da vida. A história é a mesma e vai mais rápido do que jogando. E agora vou mostrar a resposta da revista que completará por si só o que penso:
Nossa posição é que jogabilidade não deve ser um “bônus”, mas uma caracteristica fundamental em qualquer jogo. Mas você tem razão quanto ao papel do enredo na mais importante série da Square-Enix: ele é extremamente importante. E nós propomos um exercício: que tal comparar o enredo de FFXIII com os melhores da série?
Explêndido, realmente Final Fantasy perdeu muito no enredo desde o Final Fantasy IX. O X foi aceitável, mas não entrou no meus favoritos e o XII foi decepicionante. Não me surpreenderia se o XIII tiver uma história fraca. E realmente, gameplay não é tudo, mas é o principal de um jogo.
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